<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:creativeCommons="http://backend.userland.com/creativeCommonsRssModule"
>

<channel>
	<title>Câmara Obscura &#187; Análises</title>
	<atom:link href="http://camaraobscura.fot.br/category/analises/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://camaraobscura.fot.br</link>
	<description>Artigos, notícias e reflexões sobre fotografia</description>
	<lastBuildDate>Mon, 23 Jan 2012 21:16:49 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
<creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0/br/</creativeCommons:license>
		<item>
		<title>Coletivo 2008</title>
		<link>http://camaraobscura.fot.br/2009/01/27/coletivo-2008/</link>
		<comments>http://camaraobscura.fot.br/2009/01/27/coletivo-2008/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 11:12:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo F. Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[Fotógrafos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://camaraobscura.fot.br/?p=430</guid>
		<description><![CDATA[O Fotoclube F/508 lançou, no fim do ano passado, a sua coletânea anual de trabalhos realizados pelos fotógrafos que passaram pelos cursos do clube durante 2008. A cada nova publicação, o 508 aprimora a qualidade dos seus ensaios, bem como a apresentação gráfica dos livros. Aliado à experiência que o clube teve com o projeto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Fotoclube F/508 lançou, no fim do ano passado, a sua coletânea anual de trabalhos realizados pelos fotógrafos que passaram pelos cursos do clube durante 2008. A cada nova publicação, o 508 aprimora a qualidade dos seus ensaios, bem como a apresentação gráfica dos livros. Aliado à experiência que o clube teve com o projeto <a href="http://www.fotoclubef508.com/post.php?id=85" target="_blank">Latinidades</a>, o <a href="http://www.fotoclubef508.com/post.php?id=198" target="_blank">Coletivo 2008</a> reúne bons exemplos de uma fotografia contemporânea, ligada ao humano, ao cotidiano e ao espírito conceitual que lhe é essencial.</p>
<p>Uma das coisas interessantes do livro é o uso do texto, especialmente da poesia, como coadjuvante das imagens. Em algumas das séries a busca é justamente por essa poética visual, como o trabalho de Carol Matias, que abre o Coletivo. Intenção semelhante permeia os ensaios de Mauro Nogueira e Leonardo Bites. Com uma base mais conceitual, há o trabalho de Manuela Neves, de uma linha que vejo, infelizmente, em escassez, que é a fotografia quase totalmente calcada na ideia. Também trabalhando conceitualmente, mas com uma abordagem mais elaborada advinda da sua experiência em artes plásticas, Erika Esteves associa a fotografia a outras técnicas e intervenções visuais para criar o seu &#8220;Dissimulações&#8221;, um dos pontos altos do livro. Por sua vez, Silvio Sá joga com o real e o virtual em &#8220;Complementaridades&#8221;. Explorando o cotidiano há o ótimo trabalho de Joana Machado, que criou um ensaio intimista, a abordagem sistemática de Bianca Starling e o olhar delicado e melancólico de Gabriela Freitas sobre as memórias familiares. Por fim, há duas séries de forte apelo gráfico, as tramas bem compostas de Cíntia Magalhães e a cidade angulosa que a norueguesa Ida Svendsen transcreve com sua fotografia analógica.</p>
<p>Obviamente, há uma ou outra foto que parece ligeiramente fora de lugar em um ou outro ensaio, mas se considerarmos que a maior parte dos autores são alunos com pouco contato prévio com a fotografia, os resultados são muito bons. É um livro que vale a pena para quem valoriza uma fotografia atual e de qualidade.</p>
<p>O Coletivo 2008 pode ser adquirido no site da <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=9031861&amp;sid=001303417101215580069485532&amp;k5=36CFE8BC&amp;uid=" target="_blank">Livraria Cultura</a>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-431" title="Coletivo 2008" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2009/01/capa_400.jpg" alt="Coletivo 2008" width="400" height="362" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://camaraobscura.fot.br/2009/01/27/coletivo-2008/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
	<creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0/br/</creativeCommons:license>
	</item>
		<item>
		<title>O Pequeno (e não muito sério) Dicionário dos Termos Fotográficos</title>
		<link>http://camaraobscura.fot.br/2008/06/18/o-pequeno-e-nao-muito-serio-dicionario-dos-termos-fotograficos/</link>
		<comments>http://camaraobscura.fot.br/2008/06/18/o-pequeno-e-nao-muito-serio-dicionario-dos-termos-fotograficos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 15:49:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo F. Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://camaraobscura.fot.br/?p=268</guid>
		<description><![CDATA[Flash: acessório utilizado para obter efeitos artísticos indígenas, como cara-pálida e olho-vermelho Câmera digital: câmera de vídeo que só grava quadro a quadro Câmera digital compacta: dispositivo que desencadeou o fenômeno da auto-foto-com-braço-esticado-pra-colocar-no-Orkut, muito difundido entre adolescentes Câmera de filme: objeto encontrado em museus e antiquários, juntamente com discos de vinil, videocassetes, fogões a lenha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Flash:</strong> acessório utilizado para obter efeitos artísticos indígenas, como cara-pálida e olho-vermelho<br />
<strong>Câmera digital:</strong> câmera de vídeo que só grava quadro a quadro<br />
<strong>Câmera digital compacta:</strong> dispositivo que desencadeou o fenômeno da auto-foto-com-braço-esticado-pra-colocar-no-Orkut, muito difundido entre adolescentes<br />
<strong>Câmera de filme:</strong> objeto encontrado em museus e antiquários, juntamente com discos de vinil, videocassetes, fogões a lenha e CDs de lambada.<br />
<strong>Queimar o filme:</strong> fenômeno que provocava a perda de fotos, hoje substituído pelo mais moderno apaguei-a-foto-sem-querer ou o fatídico o-cartão-de-memória-deu-pau<br />
<strong>ASA:</strong> termo correspondente a ISO que permite determinar a idade de quem o utiliza, geralmente situada em torno dos 80 anos<br />
<strong>Teleobjetiva:</strong> lente própria para fotografar pessoas em situações delicadas, como mendigos ou mulheres de biquíni<br />
<strong>Supertele: </strong>lente para quem quer fotografar de tudo sem sair do sofá de casa<br />
<strong>Grande angular:</strong> lente própria para fazer todo mundo caber no retrato, também conhecida como “junta mais”<br />
<strong>Photoshop:</strong> ferramenta que teve o maior impacto na beleza feminina desde a invenção do rímel<br />
<strong>Redução de vibração: </strong>função que possibilita a operação da máquina pelo fotógrafo alcoolizado<br />
<strong>Obturador:</strong> espécie de bomba-relógio inserida nas câmeras reflex digitais para obrigá-lo a trocar de equipamento a cada dois anos<br />
<strong>RAW:</strong> pela forma como às vezes é pronunciado, provavelmente é uma típica saudação dos índios americanos<br />
<strong>Velocidade do obturador:</strong> corresponde ao tempo necessário para que a pessoa fotografada pisque o olho<br />
<strong>LCD:</strong> dispositivo magnético com efeito em seres humanos, atraindo todos os retratados para a parte de trás da câmera após a foto ser feita<br />
<strong>Nikon:</strong> marca que produz equipamentos com a tecnologia revolucionária de 30 anos atrás<br />
<strong>Canon:</strong> marca que produz equipamentos com tecnologia revolucionária, e que duram em média três semanas<br />
<strong>Olympus:</strong> marca cujas câmeras boas são como disco voador: há quem ache que existe, outros que não existe, e quem diz que já viu é louco<br />
<strong>Megapixel:</strong> constante matemática cuja característica é que não importa o quanto sua câmera tenha, nunca será o suficiente<br />
<strong>Negativo: </strong>termo já utilizado para designar o rolo de filme processado. Hoje se refere apenas ao saldo bancário do amante da fotografia</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://camaraobscura.fot.br/2008/06/18/o-pequeno-e-nao-muito-serio-dicionario-dos-termos-fotograficos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
	<creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0/br/</creativeCommons:license>
	</item>
		<item>
		<title>Três recomendações de livros</title>
		<link>http://camaraobscura.fot.br/2008/02/24/tres-recomendacoes-de-livros/</link>
		<comments>http://camaraobscura.fot.br/2008/02/24/tres-recomendacoes-de-livros/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 24 Feb 2008 10:56:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo F. Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://camaraobscura.fot.br/?p=226</guid>
		<description><![CDATA[Arte Contemporânea &#8211; Uma Introdução A francesa Anne Cauquelin faz uma análise clara e objetiva dos caminhos pelos quais a arte chegou no estado atual. Destacando aspectos como o mercado, a comunicação de redes e a herança do modernismo, a autora traça uma perspectiva que ajuda muito a compreensão dos trabalhos artísticos atuais. Para isso, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Arte Contemporânea &#8211; Uma Introdução</strong></p>
<p>A francesa Anne Cauquelin faz uma análise clara e objetiva dos caminhos pelos quais a arte chegou no estado atual. Destacando aspectos como o mercado, a comunicação de redes e a herança do modernismo, a autora traça uma perspectiva que ajuda muito a compreensão dos trabalhos artísticos atuais. Para isso, ela se serve de nomes como Duchamp, Warhol e o galerista Leo Castelli. O texto propõe uma divisão esclarecedora entre a estética e a arte que, mais do que um resultado, passou a ser uma atitude. Leitura fundamentam para quem quer entender o que é a arte hoje.</p>
<p><em>Arte Contemporânea: Uma Introdução</em><br />
Anne Cauquelin<br />
<a href="http://www.martinseditora.com.br/detalhes.asp?ID=242193" target="_blank">Martins Fontes</a></p>
<p><strong>Coletivo 2007</strong></p>
<p>O Fotoclube F/508 apresentou, no final do ano passado, a coletânea impressa de fotos produzidas pelos alunos que passaram pelos cursos oferecidos pelo clube. Totalmente em preto e branco, &#8220;Coletivo&#8221; mostra uma ampla gama de abordagens e interesses, em um belo panorama da produção fotográfica jovem de Brasília, que se destaca cada vez mais como a capital nacional da fotografia. O livro traz também os vencedores do Prêmio Internacional de Fotografia do clube, que teve como tema a Geometria.</p>
<p><em>Coletivo 2007</em><br />
Ademir Menezes, Carmélia Ribeiro, Frederico Freitas, José Machado, Kátia Ortiz, Marcela Marques, Marina Mercante, Naiara Caldas, Rafael Facundo, Tauana Macedo, Wagner Ulisses.<br />
<a href="http://www.fotoclubef508.com/secao.cfm?id=31" target="_blank">Fotoclube F/508</a></p>
<p><strong>Fotografia &amp; Hitória: Boris Kossoy</strong></p>
<p>Boris Kossoy, neste livro datado de 1988 (com segunda edição de 2001), defende o uso da fotografia como documento histórico. Para isso, apresenta conceitos sobre a imagem fotográfica e métodos de pesquisa tanto para o estudo da história através da fotografia como da história da fotografia em si. Bastante relevante para quem se interessa por história, iconografia e pesquisas documentais, também vale a pena aos amantes da fotografia pela sua abordagem teórica do tema.</p>
<p><em>Fotografia &amp; História</em><br />
Boris Kossoy<br />
<a href="http://www.atelie.com.br/loja/pagina.php?pag=detl&amp;cdp=600&amp;categ=ct1&amp;pags=1&amp;page=prod&amp;cl=" target="_blank">Ateliê Editorial</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://camaraobscura.fot.br/2008/02/24/tres-recomendacoes-de-livros/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	<creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0/br/</creativeCommons:license>
	</item>
		<item>
		<title>HP Scanjet G4050</title>
		<link>http://camaraobscura.fot.br/2007/06/20/hp-scanjet-g4050/</link>
		<comments>http://camaraobscura.fot.br/2007/06/20/hp-scanjet-g4050/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 Jun 2007 03:48:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo F. Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[Equipamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://camaraobscura.fot.br/?p=98</guid>
		<description><![CDATA[Sempre relutei em comprar uma reflex digital por uma série de fatores, sendo o mais relevante o fator de corte. Entretanto, sempre me ressenti de não poder somar as possibilidades das câmeras reflex mais o processamento digital de imagens plenamente. Isso pelo fato dos serviços de escaneamento de negativos dos laboratórios que conheço deixarem a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img256.imageshack.us/img256/5240/01425i16072400ge3.jpg" alt="HP Scanjet G4050" align="right" />Sempre relutei em comprar uma reflex digital por uma série de fatores, sendo o mais relevante o fator de corte. Entretanto, sempre me ressenti de não poder somar as possibilidades das câmeras reflex mais o processamento digital de imagens plenamente. Isso pelo fato dos serviços de escaneamento de negativos dos laboratórios que conheço deixarem a desejar, tanto pela qualidade como pelo preço.</p>
<p>Por isso, resolvi comprar um scanner de mesa que fosse relativamente bom no escaneamento de negativos, produzindo imagens que, após tratamento, pudessem ser ampliadas em tamanhos razoáveis. Escolhi o HP Scanjet G4050. Lançado recentemente, o modelo tem como chamarizes a resolução ótica de 4800 dpi, uma tecnologia de escaneamento exclusiva de 6 cores, a possibilidade de escanear, de uma vez, 30 quadros de filme 35mm ou 16 slides montados, além de remoção de riscos e pontos por hardware.</p>
<p>Paguei R$ 659, com frete grátis, na <a href="http://www.maniavirtual.com.br">Mania Virtual</a>. Recebi em um dia e comecei a fazer alguns testes. O primeiro ponto a ressaltar é que o scanner é enorme quando comparado aos modelos de mesa mais simples com os quais estamos acostumados. Ocupa um bom espaço e é bastante alto. A caixa vem com o scanner em si, cd de instalação, cabos e três adaptadores de transparências: um para filmes 35mm, um para os diapositivos e outro para filmes médio formato. Na tampa, há quatro botões para acesso rápido.</p>
<p>A instalação, no Windows XP, é tranqüila. O programa instala os drivers, os programas de escaneamento, gerenciamento de imagens e OCR, além de procurar por atualizações. A interface de escaneamento da HP, no entanto, não é das melhores. Muitas configurações não são guardadas, obrigando o usuário a repetir as operações a cada utilização. As opções mais avançadas soa de difícil acesso. Contudo, de forma geral, ele permite o que se deseja do dispositivo: configuração de resolução, nitidez, remoçar de riscos, ajustes de cor e exposição, formato de arquivos (tif, jpeg, bmp, pdf) etc.</p>
<p>Um outro ponto importante é a velocidade. O scanner é extremamente lento. Se você seleciona a opção de escanear negativo com a resolução máxima, no modo de seis cores e com remoção de sujeira e riscos, certamente levará mais de dez minutos por quadro, já que a leitura é feita três vezes. Se a idéia for escanear um lote de 30 quadros, com todas essas opções ligadas, é melhor pegar um cinema entre o início e o fim da operação. Contudo, provavelmente você não utilizará essa configuração o tempo todo, já que terá arquivos muito grandes, que raramente justificam sua criação. Um ponto positivo é que o programa identifica cada quadro automaticamente e salva arquivos diferentes, o que com certeza é uma dor de cabeça a menos.</p>
<p>Vamos ao que interessa: os resultados. Escaneei três quadros de filmes 35mm, sendo um negativo colorido, um cromo e um negativo preto e branco, todos na resoluçãode 4800 dpi e modo de 6 cores (exceto o preto e branco), salvando em jpeg de alta qualidade. Seguem os arquivos reduzidos e crops em 100% dos arquivos originais (clique para ver maior).</p>
<p><strong>Negativo colorido:</strong></p>
<p>Foto inteira<br />
<a href="http://img225.imageshack.us/my.php?image=digitalizar0005cd3.jpg" target="_blank"><img src="http://img225.imageshack.us/img225/2381/digitalizar0005cd3.th.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p>Crop<br />
<a href="http://img151.imageshack.us/my.php?image=cropnegwf3.jpg" target="_blank"><img src="http://img151.imageshack.us/img151/9599/cropnegwf3.th.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p><strong>Cromo</strong></p>
<p>Foto inteira<br />
<a href="http://img514.imageshack.us/my.php?image=digitalizar0006vs2.jpg" target="_blank"><img src="http://img514.imageshack.us/img514/1617/digitalizar0006vs2.th.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p>Crop<br />
<a href="http://img151.imageshack.us/my.php?image=cropslidehr7.jpg" target="_blank"><img src="http://img151.imageshack.us/img151/4499/cropslidehr7.th.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p><strong>Negativo preto e branco</strong></p>
<p>Foto inteira<br />
<a href="http://img107.imageshack.us/my.php?image=digitalizar0008ms3.jpg" target="_blank"><img src="http://img107.imageshack.us/img107/1066/digitalizar0008ms3.th.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p>Crop<br />
<a href="http://img220.imageshack.us/my.php?image=croppbxe6.jpg" target="_blank"><img src="http://img220.imageshack.us/img220/616/croppbxe6.th.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p>Os arquivos originais, tinham resolução de 6800 por 4600 pixels e podem facilmente ultrapassar os 20 mb de tamanho, dependendo do formato e qualidade escolhidas. Com isso seria possível uma ampliação de cerca de 60 por 40cm sem interpolação. Contudo, essa resolução já não capta mais detalhes dos filmes, sendo um exagero utilizá-la. O tratamento, especialmente de nitidez, é necessário. O programa da HP vem com algumas opções, mas felizmente é possível desativá-las e tratar a imagem em programas mais robustos como o Photoshop, da Adobe.</p>
<p>Um aspecto positivo foi o controle de cor dos negativos. Embora seja preciso acertar o balanço de branco, o programa já fornece um ponto de partida bastante equilibrado. Quem já tentou converter um negativo colorido para positivo sabe como é complicado acertar os tons, e o programa do scanner faz todo o trabalho.</p>
<p>Considerei a qualidade das imagens boa, comparando com escaneamentos de laboratório, sendo ótima para imagens para web e possivelmente boa em ampliações, embora ainda precise fazer algumas experimentações para saber até que ponto a resolução e os detalhes ainda são bons no papel. Ainda não fiz testes para verificar se a tecnologia de 6 cores em vez de 3 realmente faz diferença.</p>
<p>Resumindo:<br />
•	Boa qualidade de imagens<br />
•	Scanner não é só para negativos<br />
•	Preço razoável se comparado com outros scanners para filmes<br />
•	Boa capacidade nos adaptadores de transparências<br />
•	Escaneamento de lento a lentíssimo<br />
•	Programa da HP tenta simplificar e dificulta o uso avançado<br />
•	Tamanho avantajado</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://camaraobscura.fot.br/2007/06/20/hp-scanjet-g4050/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>17</slash:comments>
	<creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0/br/</creativeCommons:license>
	</item>
		<item>
		<title>Uma foto: texto e contexto</title>
		<link>http://camaraobscura.fot.br/2007/06/14/uma-foto-texto-e-contexto/</link>
		<comments>http://camaraobscura.fot.br/2007/06/14/uma-foto-texto-e-contexto/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Jun 2007 23:15:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo F. Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos e séries]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://camaraobscura.fot.br/?p=95</guid>
		<description><![CDATA[A foto ao lado foi feita pela fotógrafa Ana Ottoni, da Folha, e divulgada pelo Uol, numa das galerias de fotos que compõem a cobertura jornalística da São Paulo Fashion Week. A série, chamada de Avesso, retrata os bastidores do evento, tendo como enfoque as modelos fora da passarela. Para acessar o álbum, clique aqui. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" style="float: right;" src="http://camaraobscura.rodrigopereira.psc.br/wp-content/uploads/2007/06/08ver_spfw_13_extra1_anaottoni_f_010.jpg" alt="08ver_spfw_13_extra1_anaottoni_f_010.jpg" /></p>
<p>A foto ao lado foi feita pela fotógrafa Ana Ottoni, da Folha, e divulgada pelo Uol, numa das galerias de fotos que compõem a cobertura jornalística da São Paulo Fashion Week. A série, chamada de Avesso, retrata os bastidores do evento, tendo como enfoque as modelos fora da passarela. Para acessar o álbum, <a href="http://estilo.uol.com.br/moda/album/08ver_spfw_13_extra1_anaottoni_album.jhtm">clique aqui</a>. A foto em questão chama-se &#8220;Caminhos&#8221;.</p>
<p>A foto não me chamou a atenção pelo que a legenda sugere. O texto ao lado da foto diz: <em>Modelo estuda “complexo” esquema de entrada na passarela do desfile da Zoomp</em>. A idéia é que o que a modelo faz é simples e o esquema, desnecessário. As fotografias sempre mostram uma realidade desprovida de contexto, e qualquer análise superficial falha em devolver a ela a significância do que a imagem transmite. Nesse caso, olhando-se com calma, pode-se perceber que há uma série de folhas, talvez cada uma com um caminho diferente. Além do mais, a passarela não é tão simples quando parece. Imagino que não tenha sido a fotógrafa a dar a legenda, até porque pode-se dizer que é tão simples uma modelo andar na passarela quanto é apertar o botão de uma câmera fotográfica. O texto, então, dá uma interpretação fora de contexto, a partir de uma impressão simplista e preconceituosa.</p>
<p>A foto me chamou a atenção porque, através da mesma falta de contexto que levou ao texto da legenda, é possível perceber uma simplicidade quase surreal, ao imaginar um olhar atento que percorre as setas, da mesma forma que o nosso próprio olhar faz ao ver a foto. Por um momento, somos a modelo e buscamos decifrar um caminho simples mas cuidadosamente delineado. É uma imagem que tem uma força própria mesmo fora da série, do evento. Isolada, é surreal e minimalista, quando se permite olhar para ela prescindindo do texto e aproveitando-se da falta de contexto que cada fotografia, quando sozinha, carrega.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://camaraobscura.fot.br/2007/06/14/uma-foto-texto-e-contexto/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
	<creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0/br/</creativeCommons:license>
	</item>
		<item>
		<title>Filosofia da Caixa Preta</title>
		<link>http://camaraobscura.fot.br/2007/04/16/filosofia-da-caixa-preta/</link>
		<comments>http://camaraobscura.fot.br/2007/04/16/filosofia-da-caixa-preta/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Apr 2007 14:31:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo F. Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://camaraobscura.fot.br/?p=24</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;Filosofia de Caixa Preta: Ensaios para uma futura filosofia da fotografia&#8220;, de Vilém Flusser (Editora Relume Dumará, 82 pág, R$ 26), é um livro compacto e controverso sobre fotografia que vai além de uma análise social, ao traçar um paralelo entre a ação do fotógrafo e o funcionamento da sociedade pós-industrial. O autor inicia o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img440.imageshack.us/img440/7295/filosofiacaixapretahd5.jpg" alt="" width="197" height="320" align="right" />&#8220;<a href="http://www.relumedumara.com.br/conheca.asp?idlivro=4125" target="_blank">Filosofia de Caixa Preta: Ensaios para uma futura filosofia da fotografia</a>&#8220;, de Vilém Flusser (Editora Relume Dumará, 82 pág, R$ 26), é um livro compacto e controverso sobre fotografia que vai além de uma análise social, ao traçar um paralelo entre a ação do fotógrafo e o funcionamento da sociedade pós-industrial. O autor inicia o livro com uma polêmica revisão histórica da construção da imagem e do texto, para em seguida descrever o aparelho fotográfico e analisar a relação do fotógrafo com este aparelho. Talvez uma das idéias centrais do livro é a de que o fotógrafo submete-se à programação do aparelho, sem entender na verdade as codificações e decodificações inerentes à construção da imagem fotográfica e das suas conseqüências sociais.</p>
<p>Achei o texto bastante útil, pois ainda que controverso, as questões levantadas são interessantes. E, em relação à fotografia, parece-me que é preciso ainda descobrir quais são as questões que tentaremos responder. Além disso, a análise da relação fotógrafo-aparelho-mundo também é bastante pertinente, e pode ser generalizada, como o autor sugere, para outras áreas da vida moderna. Algumas passagens que julguei interessantes:</p>
<p>&#8220;o complexo &#8216;aparelho-operador&#8217; (&#8230;) é <em>caixa-preta</em> e o que se vê é apenas <em>input</em> e <em>output</em>, o canal e não o processo codificador que se passa no interior da <em>caixa-preta</em>. Toda crítica da imagem técnica deve visar o branqueamento dessa caixa. Dada a dificuldade de tal tarefa, somos por enquanto analfabetos em relação às imagens técnicas. Não sabemos como decifrá-las.&#8221;</p>
<p>&#8220;O fotógrafo manipula o aparelho, o apalpa, olha para dentro e através dele, a fim de descobrir sempre novas potencialidades. Seu interesse está concentrado no aparelho e o mundo lá fora só interessa em função do programa. Não está empenhado em modificar o mundo, mas em obrigar o aparelho a revelar suas potencialidades. O fotógrafo não trabalha com o aparelho, mas brinca com ele.&#8221;</p>
<p>&#8220;(&#8230;) o fotógrafo crê que está escolhendo livremente. Na realidade, porém o fotógrafo só pode fotografar o fotografável, isto é, o que está inscrito no aparelho. E para que algo seja fotografável, precisa ser transcodificado em cena. O fotógrafo não pode fotografar processos.&#8221;</p>
<p>&#8220;O receptor pode recorrer ao artigo de jornal que acompanha a fotografia para dar nome ao que está vendo. Mas, ao ler o artigo, está sob influência do fascínio mágico da fotografia. Não que explicação sobre o que viu, apenas confirmação. Está farto de explicações de todo o tipo.&#8221;</p>
<p>&#8220;Os fotógrafos são inconscientes de sua práxis. A revolução pós-industrial, tal como se manifesta, pela primeira vez no aparelho fotográfico, passou desapercebida pelos fotógrafos e pela maioria dos críticos de fotografia. Nadam eles na pós-indústria, inconscientemente. Há, porém, uma exceção: os fotógrafos assim chamados experimentais; estes sabem do que se trata.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://camaraobscura.fot.br/2007/04/16/filosofia-da-caixa-preta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	<creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0/br/</creativeCommons:license>
	</item>
	</channel>
</rss>

