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	<title>Câmara Obscura &#187; Fotos e séries</title>
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	<description>Artigos, notícias e reflexões sobre fotografia</description>
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		<title>Faça-se a luz</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 21:16:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo F. Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotos e séries]]></category>
		<category><![CDATA[criação]]></category>
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		<description><![CDATA[Infelizmente para nós, fotógrafos amadores e profissionais, não somos o Deus do Antigo Testamento e não podemos criar luz a partir das nossas palavras. A luz é o elemento essencial da fotografia, e ainda assim temos que nos render aos seus caprichos, acordando de madrugada para capturá-la na sua calidez matinal, ajustando flashes e rebatedores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Infelizmente para nós, fotógrafos amadores e profissionais, não somos o Deus do Antigo Testamento e não podemos criar luz a partir das nossas palavras. A luz é o elemento essencial da fotografia, e ainda assim temos que nos render aos seus caprichos, acordando de madrugada para capturá-la na sua calidez matinal, ajustando flashes e rebatedores para que ela atenda à nossa imaginação e a tocando com fotômetros a fim de avaliar o seu humor.</p>
<p>Gostamos de acreditar que nossas fotografias são nossas criações. Entretando, não somos pintores. Não exercemos, sobre o mundo visto pela câmera, o controle que gostaríamos. Quem pinta, de fato, é a luz. A única coisa que podemos fazer é reconhecer suas cores, as curvas que ela faz em torno dos objetos e sua nêmesis — a sombra — ambas sempre presentes, irrenconciliáveis. O que podemos fazer, então, é nos curvar aos seus pincéis naturais, recortar suas criações com a câmera e, humildemente, agradecer.<span id="more-2115"></span></p>

<a href='http://camaraobscura.fot.br/2012/01/23/faca-se-a-luz/david-adams/' title='David Adams'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2012/01/David-Adams-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="David Adams" title="David Adams" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2012/01/23/faca-se-a-luz/ed-g/' title='Ed G'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2012/01/Ed-G-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ed G" title="Ed G" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2012/01/23/faca-se-a-luz/1-2/' title='Invader Bob Sun'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2012/01/1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Invader Bob Sun" title="Invader Bob Sun" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2012/01/23/faca-se-a-luz/juicyrai/' title='juicyrai'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2012/01/juicyrai-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="juicyrai" title="juicyrai" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2012/01/23/faca-se-a-luz/maurese-polizio/' title='Maurese Polizio'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2012/01/Maurese-Polizio-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Maurese Polizio" title="Maurese Polizio" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2012/01/23/faca-se-a-luz/romi-chiorean/' title='Romi Chiorean'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2012/01/Romi-Chiorean-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Romi Chiorean" title="Romi Chiorean" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2012/01/23/faca-se-a-luz/stas-wilf/' title='Stas Wilf'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2012/01/Stas-Wilf-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Stas Wilf" title="Stas Wilf" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2012/01/23/faca-se-a-luz/tono-mejuto/' title='Tono Mejuto'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2012/01/Tono-Mejuto-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Tono Mejuto" title="Tono Mejuto" /></a>

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		<title>Desconstrução da ilusão fotográfica</title>
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		<pubDate>Mon, 23 May 2011 23:26:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo F. Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos e Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fotos e séries]]></category>
		<category><![CDATA[A Ilusão Especular]]></category>
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		<description><![CDATA[A fotografia é uma construção humana, uma forma artificial de produzir representações através de um aparelho. Através da programação desse aparelho, são determinadas as formas como a luz refletida por objetos tridimensionais é descrita num plano retangular. Por conta de questões culturais e históricas, a fotografia assumiu, na nossa sociedade, o papel de atestado da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A fotografia é uma construção humana, uma forma artificial de produzir representações através de um aparelho. Através da programação desse aparelho, são determinadas as formas como a luz refletida por objetos tridimensionais é descrita num plano retangular. Por conta de questões culturais e históricas, a fotografia assumiu, na nossa sociedade, o papel de atestado da verdade, de que algo houve – o &#8220;isto foi&#8221; de Barthes. Alguns usos da fotografia dependem muito desse mito, como o jornalismo e a publicidade. Entretanto, um exame mais próximo do processo de construção de uma foto – o desvendamento da caixa preta – mostra que essa concepção é um grande engodo.</p>
<p>Esse exame mais próximo foi a proposta do <em>workshop </em>Fotografia: Desconstrução, Realidade, Interpretação, realizado durante o último fim de semana no <a href="http://www.fotoclubef508.com" target="_blank">Espaço de Fotografia F/508</a>, em Brasília. A base teórica do curso foi construída a partir de três obras: Filosofia da Caixa Preta, de Vilém Flusser, <a href="http://camaraobscura.fot.br/arquivos/ilusaoespecular.pdf" target="_blank">A Ilusão Especular, de Arlindo Machado</a> (PDF para download, 90MB) e O Universo das Imagens Técnicas, também de Flusser. Sugeriu-se, então, que os participantes produzissem imagens que denunciassem o processo de funcionamento da câmera: movimento, desfoques, cortes, sobreposições e distorções. O objetivo era o impedimento da leitura automática da foto: dessa forma, o observador não pode olhar direto para a cena, ignorando a existência de um aparelho em funcionamento e um autor por trás dele.</p>
<p>Participaram do <em>workshop </em>Adriana Camilo, Antônio Nepomuceno, Edmílson Pinto, Bete Coutinho, Fred Cintra, Jean Peixoto, José Renato da Silva, Júlia Salustiano, Marco Antônio Gonçalves, Rafael Dourado e Vania Almeida. O grupo pôde, na saída fotográfica realizada na Vila Planalto, exercitar a desconstrução através do programa das câmeras ou criando formas de subverter o funcionamento dos equipamentos, produzindo resultados iniciais que podem servir de subsídio para novas linhas de pesquisa pessoal. Uma vez que se amplia a forma de fotografar, incorporando métodos distintos, cria-se um repertório mais diversificado que fortalece a representação de intenções, emoções e conceitos através da arte fotográfica. Além disso, ao compreender os conceitos presentes na construção da imagem fotográfica, aprimora-se também na produção da fotografia convencional.</p>
<p>Abaixo, segue uma galeria com os trabalhos dos participantes. Fred Cintra foi além da fotografia estática e criou um <a href="http://youtu.be/lsmI2pCXdGw" target="_blank">vídeo</a> com a produção resultante do <em>workshop.</em></p>
<p><em>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/05/23/desconstrucao-da-ilusao-fotografica/desconstrucao2-004/' title='desconstrucao2 004'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/05/desconstrucao2-004-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Adriana Camilo" title="desconstrucao2 004" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/05/23/desconstrucao-da-ilusao-fotografica/desconstrucao2-031/' title='desconstrucao2 031'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/05/desconstrucao2-031-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Adriana Camilo" title="desconstrucao2 031" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/05/23/desconstrucao-da-ilusao-fotografica/_dsc3662/' title='_DSC3662'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/05/DSC3662-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Antônio Nepomuceno" title="_DSC3662" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/05/23/desconstrucao-da-ilusao-fotografica/_dsc3666/' title='_DSC3666'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/05/DSC3666-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Antônio Nepomuceno" title="_DSC3666" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/05/23/desconstrucao-da-ilusao-fotografica/estudos-fotograficos-13/' title='Estudos Fotográficos-13'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/05/Estudos-Fotográficos-13-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Edmílson César" title="Estudos Fotográficos-13" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/05/23/desconstrucao-da-ilusao-fotografica/dri-4/' title='DRI 4'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/05/DRI-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Fred Cintra" title="DRI 4" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/05/23/desconstrucao-da-ilusao-fotografica/dri-7/' title='DRI 7'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/05/DRI-7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Fred Cintra" title="DRI 7" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/05/23/desconstrucao-da-ilusao-fotografica/_mg_7675_web/' title='_mg_7675_web'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/05/mg_7675_web-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Jean Peixoto" title="_mg_7675_web" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/05/23/desconstrucao-da-ilusao-fotografica/_mg_7702_web/' title='_mg_7702_web'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/05/mg_7702_web-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Jean Peixoto" title="_mg_7702_web" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/05/23/desconstrucao-da-ilusao-fotografica/untitled/' title='Untitled'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/05/Untitled-150x150.png" class="attachment-thumbnail" alt="José Renato da Silva" title="Untitled" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/05/23/desconstrucao-da-ilusao-fotografica/_dsc0111_ps/' title='_DSC0111_ps'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/05/DSC0111_ps-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Júlia Salustiano" title="_DSC0111_ps" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/05/23/desconstrucao-da-ilusao-fotografica/_dsc0184_ps/' title='_DSC0184_ps'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/05/DSC0184_ps-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Júlia Salustiano" title="_DSC0184_ps" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/05/23/desconstrucao-da-ilusao-fotografica/1_2011_mai_vl_planalto/' title='1_2011_mai_Vl_Planalto'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/05/1_2011_mai_Vl_Planalto-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Marco Antônio Gonçalves" title="1_2011_mai_Vl_Planalto" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/05/23/desconstrucao-da-ilusao-fotografica/2_2011_mai_vl_planalto_2/' title='2_2011_mai_Vl_Planalto_2'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/05/2_2011_mai_Vl_Planalto_2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Marco Antônio Gonçalves" title="2_2011_mai_Vl_Planalto_2" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/05/23/desconstrucao-da-ilusao-fotografica/desconstrucao-4/' title='Desconstrucao-4'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/05/Desconstrucao-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Rafael Dourado" title="Desconstrucao-4" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/05/23/desconstrucao-da-ilusao-fotografica/desconstrucao-7/' title='Desconstrucao-7'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/05/Desconstrucao-7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Rafael Dourado" title="Desconstrucao-7" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/05/23/desconstrucao-da-ilusao-fotografica/_val1545/' title='_VAL1545'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/05/VAL1545-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Vania de Almeida" title="_VAL1545" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/05/23/desconstrucao-da-ilusao-fotografica/_val1559/' title='_VAL1559'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/05/VAL1559-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Vania de Almeida" title="_VAL1559" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/05/23/desconstrucao-da-ilusao-fotografica/attachment/1903/' title='2'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/05/jpg-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Bete Coutinho" title="2" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/05/23/desconstrucao-da-ilusao-fotografica/attachment/1/' title='1'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/05/1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Bete Coutinho" title="1" /></a>
</p>
<p></em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Todas as fotos têm direitos de reprodução reservados a seus respectivos autores.<em><br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Fotografia do ordinário</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Mar 2011 12:21:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo F. Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<description><![CDATA[Vivemos no mundo do fantástico, do incrível, do assombroso. Em toda a parte há uma estimulação excessiva que tenta nos impressionar, nos cativar e nos levar a consumir. Geralmente, essa estimulação é visual. Geralmente, através de fotografias, estáticas ou em movimento. Quando se deseja aprender a fotografar ou a melhorar a fotografia, o intuito usualmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vivemos no mundo do fantástico, do incrível, do assombroso. Em toda a parte há uma estimulação excessiva que tenta nos impressionar, nos cativar e nos levar a consumir. Geralmente, essa estimulação é visual. Geralmente, através de fotografias, estáticas ou em movimento.</p>
<p>Quando se deseja aprender a fotografar ou a <a href="http://camaraobscura.fot.br/2011/02/02/nao-se-preocupe-em-melhorar-sua-fotografia/" target="_blank">melhorar a fotografia</a>, o intuito usualmente é conseguir produzir imagens que obedeçam a esse tipo de padrão fantástico, impressionante, impactante. A linguagem da fotografia publicitária é o alvo de profissionais e também de muitos amadores que a veem como única possibilidade.</p>
<p>Alguns fotógrafos, no entanto, conscientes desse mecanismo, buscam focar seus interesses, especialmente quando não estão trabalhando, numa fotografia mais íntima, trivial, <a href="http://camaraobscura.fot.br/2010/05/12/fotografia-do-cotidiano/" target="_blank">cotidiana</a>. Nessas fotos, em vez dos temas e ângulos hiperbólicos, os autores se voltam ao banal e buscam oferecer ao comum uma nova visão através da fotografia.<span id="more-1785"></span></p>
<p>No entanto, a quebra de paradigma é incompleta por uma simples questão: estamos tão acostumados com a fotografia como referência do que é bonito que mesmo fotografando banalidades, estamos estetizando o mundo. É como se a câmera fosse uma arma estetizadora e transformasse um objeto estético tudo aquilo para o qual é apontada.</p>
<p>É comum que fotógrafos cheguem numa comunidade simples e a tornem poética ou bela com suas câmeras e argumentem que estão tentando mostrar o lado estético da vida cotidiana, da existência frugal. No entanto, isso soa como uma ilusão, pois a vida estetizada está nas fotos, não fora delas. Essa valorização é apenas um artifício, se depende da câmera para ser levada a cabo. Mudar a visão que as pessoas têm sobre a própria vida, que é muitas vezes o objetivo desse tipo de trabalho, é um processo totalmente distinto que não tem a fotografia como uma causa – embora ela possa estar presente.</p>
<p>Tendo isso em mente, tentei realizar um exercício. Fotografar as coisas mais ordinárias que tinha à disposição, sem nenhum tipo de cuidado, a fim de verificar até que ponto a câmera transforma esses objetos. Nasceu aí a série “O Catálogo”.</p>

<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/03/05/fotografia-do-ordinario/dscn0896u/' title='dscn0896u'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/03/dscn0896u-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="dscn0896u" title="dscn0896u" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/03/05/fotografia-do-ordinario/dscn0895v/' title='dscn0895v'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/03/dscn0895v-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="dscn0895v" title="dscn0895v" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/03/05/fotografia-do-ordinario/dscn0891a/' title='dscn0891a'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/03/dscn0891a-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="dscn0891a" title="dscn0891a" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2011/03/05/fotografia-do-ordinario/dscn0890r/' title='dscn0890r'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2011/03/dscn0890r-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="dscn0890r" title="dscn0890r" /></a>

<p>Acho que o exercício não foi bem sucedido, pois o fundo neutro, a luz suave, que optei por usar quase inconscientemente ajudaram as fotos a criar imagens toleráveis, se não agradáveis. Fico pensando se poderia ter usado um flash direto ou fotografado as coisas sem movê-las para o fundo neutro, tornando as imagens mais cruas. Seria suficiente?</p>
<p>No fim, mais do que respostas, permanece a questão: é possível uma fotogrfia não estetizante? Ou a fotografia já se consolidou de tal forma como modelo visual que é impossível fazer essa separação? Talvez o caminho seja explorar as fotografias que incomodam, especialmente aos próprios fotógrafos, não pelo seu conteúdo (seja qual for), mas pelo fato de abrirem mão de qualquer tipo de técnica ou compromisso com a estética. Pensando nisso, podemos entender um pouco melhor que os autores que produzem fotografias desse tipo não são simplesmente preguiçosos ou fazer isso por querer se destacar: talvez a idéia seja simplesmente se desafogar desse oceano de imagens fantásticas.</p>
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		<title>Fotografo o que vivo</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 11:03:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo F. Pereira</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante diversos anos, minha maior preocupação ao fotografar era produzir um discurso estético. Buscava, com a câmera, organizar os elementos de forma a obter uma representação agradável, considerando pouco quais eram as matérias primas do mundo real utilizadas para isso. Tanto que fiz muitas duplas exposições e abstrações. Havia na minha fotografia também um quê de experimentalismo subversivo, que focava em mostrar a própria fotografia nas suas deficiências enquanto representação fiel da realidade. Nunca tive muita preocupação em simplesmente mostrar ou registrar e desenvolvi até mesmo uma certa aversão a fotografia que não contasse com um grau de intervenção mais ativa do fotógrafo, mesmo que ele estivesse fotografando uma bela paisagem ou um evento significativo.</p>
<p>Percebi que minha fotografia entrou em um certo declínio, talvez pelo esgotamento de certas fórmulas que eu empregava. Ela permaneceu um tanto amortecida por um tempo, e recentemente está voltando a ganhar fôlego. Mas de uma maneira bastante distinta. Ainda uso filme preto e branco, ainda arrisco sobreposições e abstrações. Entretanto, percebo que hoje fotografo muito mais aquilo que simplesmente vivo: as pessoas e os lugares do meu dia a dia, sem tanta preocupação com a estética. As lições que a fotografia primordialmente formal deram se mantém, e percebo que há sempre algum tipo de arranjo a fim de harmonizar o quadro, mas essa passou a ser uma questão secundária.</p>
<p>Surpreendentemente, essa nova fase me levou a produzir duas séries totalmente distintas, seja no assunto ou no método. Ou seja, uma mesma motivação estava por trás de duas produções quase opostas entre si. Coincidentemente, ao expor as séries na Internet, em geral aqueles que as viam gostavam de uma ou de outra – raramente de ambas. Porém, as pessoas mais próximas tendiam a achar aspectos positivos nas duas séries, talvez porque estivessem mais conscientes das minhas motivações, ou porque a fotografia enquanto nossa visão pessoal seja mais interessante para quem nos conhece, independentemente da forma que adquire.</p>
<p>A primeira série é a realização de um desejo antigo, o de retratar amigos e familiares de forma simples e íntima. Para isso, usei uma câmera analógica Nikon F2 com uma lente com abertura grande (f/1.2) e filme preto e branco. Tentava chegar o mais perto possível do retratado, mesmo que isso levasse a distorções ou a uma profundidade de campo ínfima. Depois, ampliei as fotos em 20x30cm e presenteei os &#8220;modelos&#8221;. Este é um projeto que provavelmente será contínuo.</p>
<p>A segunda série é composta por fotos que fiz com o celular, da forma mais descompromissada possível, pelo lugares em que passo. Usei um aplicativo que simula o visual de câmeras low-fi. A displicência ao fotografar e a baixa qualidade técnica levaram a resultados bastante distintos dos retratos, mas que ainda assim me satisfizeram, pois mostram o que vi e o que vivi.</p>
<p>Como resultado dessa mudança de paradigma, também houve alteração no significado da opinião de outras pessoas sobre as fotografias. Antes, com minha preocupação basicamente estética, era importante saber se o que eu estava fazendo funcionava. Embora nem sempre meu intuito fosse compreendido, era bom ver que algumas pessoas viam qualidades nas imagens. No entanto, uma vez que o ato atual de mostrar as fotos não significa um pedido de opinião e muito mais uma extensão natural do ato de fotografar, tanto elogios como críticas perderam sua relevância. A fotografia tornou-se uma extensão do que vejo e vivo, tal qual um diário de campo, de modo que o resultado da foto não dá mais ou menos importância ao que foi fotografado.</p>
<p>Abaixo seguem as fotos que ilustram o que descrevi. Todas  foram feitas recentemente. A primeira coluna contém ainda  tentativas de  discurso estético e formal. A segunda traz alguns dos retratos. As duas  últimas fileiras são as fotos feitas com o celular.</p>

<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/12/13/fotografo-o-que-vivo/scan-101104-0016/' title='Scan-101104-0016'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/12/Scan-101104-0016-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-101104-0016" title="Scan-101104-0016" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/12/13/fotografo-o-que-vivo/scan-101104-0021/' title='Scan-101104-0021'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/12/Scan-101104-0021-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-101104-0021" title="Scan-101104-0021" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/12/13/fotografo-o-que-vivo/scan-101104-0026/' title='Scan-101104-0026'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/12/Scan-101104-0026-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-101104-0026" title="Scan-101104-0026" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/12/13/fotografo-o-que-vivo/scan-101104-0033/' title='Scan-101104-0033'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/12/Scan-101104-0033-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-101104-0033" title="Scan-101104-0033" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/12/13/fotografo-o-que-vivo/scan-101105-0010/' title='Scan-101105-0010'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/12/Scan-101105-0010-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-101105-0010" title="Scan-101105-0010" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/12/13/fotografo-o-que-vivo/scan-101105-0019/' title='Scan-101105-0019'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/12/Scan-101105-0019-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-101105-0019" title="Scan-101105-0019" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/12/13/fotografo-o-que-vivo/scan-101105-0025/' title='Scan-101105-0025'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/12/Scan-101105-0025-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-101105-0025" title="Scan-101105-0025" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/12/13/fotografo-o-que-vivo/r/' title='R'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/12/R-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="R" title="R" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/12/13/fotografo-o-que-vivo/img_0153-2/' title='IMG_0153'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/12/IMG_0153-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IMG_0153" title="IMG_0153" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/12/13/fotografo-o-que-vivo/img_0255/' title='IMG_0255'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/12/IMG_0255-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IMG_0255" title="IMG_0255" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/12/13/fotografo-o-que-vivo/img_0325/' title='IMG_0325'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/12/IMG_0325-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IMG_0325" title="IMG_0325" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/12/13/fotografo-o-que-vivo/img_0336/' title='IMG_0336'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/12/IMG_0336-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IMG_0336" title="IMG_0336" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/12/13/fotografo-o-que-vivo/img_0343/' title='IMG_0343'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/12/IMG_0343-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IMG_0343" title="IMG_0343" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/12/13/fotografo-o-que-vivo/img_0345/' title='IMG_0345'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/12/IMG_0345-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IMG_0345" title="IMG_0345" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/12/13/fotografo-o-que-vivo/img_0352/' title='IMG_0352'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/12/IMG_0352-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IMG_0352" title="IMG_0352" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/12/13/fotografo-o-que-vivo/img_0355/' title='IMG_0355'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/12/IMG_0355-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IMG_0355" title="IMG_0355" /></a>

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		<title>Low-fi no IPhone</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 10:33:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo F. Pereira</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre achei que fosse bobagem usar esses plug-ins ou programas que simulam efeitos de fotos analógicas em fotografias digitais, em especial os que emulavam a estética das toy-cameras. Tinha a concepção de que o ideal era ir à fonte, usando as câmeras em si e os filmes vencidos, processos cruzados etc. Nessa semana, no entanto, uma amiga me convenceu a baixar um aplicativo para o IPhone, o <a href="http://hipstamaticapp.com/" target="_blank">Hipstamatic</a>, que simula o efeito &#8220;lomo&#8221;. Ainda acho que nada substitui a estética original de se usar o sistema analógico, mas devo admitir que é divertido fotografar com o celular e ter a foto pronta com esse tipo de efeito. E, muitas vezes, a diversão é justificativa suficiente na fotografia.</p>
<p>Algumas fotos com o aplicativo:</p>
<p><span id="more-1545"></span></p>

<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/10/29/low-fi-no-iphone/img_0056/' title='IMG_0056'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/10/IMG_0056-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IMG_0056" title="IMG_0056" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/10/29/low-fi-no-iphone/img_0112/' title='IMG_0112'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/10/IMG_0112-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IMG_0112" title="IMG_0112" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/10/29/low-fi-no-iphone/img_0152/' title='IMG_0152'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/10/IMG_0152-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IMG_0152" title="IMG_0152" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/10/29/low-fi-no-iphone/img_0153/' title='IMG_0153'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/10/IMG_0153-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IMG_0153" title="IMG_0153" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/10/29/low-fi-no-iphone/img_0157/' title='IMG_0157'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/10/IMG_0157-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IMG_0157" title="IMG_0157" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/10/29/low-fi-no-iphone/img_0176/' title='IMG_0176'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/10/IMG_0176-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IMG_0176" title="IMG_0176" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/10/29/low-fi-no-iphone/img_0186/' title='IMG_0186'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/10/IMG_0186-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IMG_0186" title="IMG_0186" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/10/29/low-fi-no-iphone/img_0189/' title='IMG_0189'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/10/IMG_0189-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IMG_0189" title="IMG_0189" /></a>

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		<title>Transformações: nova publicação do Câmara Obscura</title>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 03:22:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo F. Pereira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Antonio Nepomuceno]]></category>
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		<category><![CDATA[Humberto Lemos]]></category>
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		<description><![CDATA[Transformações é a segunda publicação eletrônica do Grupo Câmara Obscura em parceria com o Fotoclube F/508, de Brasília. O arquivo conta com ensaios de dez fotógrafos que buscaram, através das lentes de suas câmeras a sua interpretação do tema. A publicação, em formato PDF, pode ser visualizada ou baixada livremente. Transformações: ficha técnica Realização: Grupo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Transformações é a segunda publicação eletrônica do Grupo Câmara Obscura em parceria com o Fotoclube F/508, de Brasília. O arquivo conta com ensaios de dez fotógrafos que buscaram, através das lentes de suas câmeras a sua interpretação do tema. A publicação, em formato PDF, pode ser visualizada ou baixada livremente.</p>
<h2><strong>Transformações: ficha técnica</strong></h2>
<p>Realização: <a href="http://camaraobscura.fot.br/grupo-camara-obscura/">Grupo Câmara Obscura</a> e <a href="http://fotoclubef508.com">Fotoclube F/508</a></p>
<p>Curadoria: Humberto Lemos</p>
<p>Autores: Antonio Nepomuceno, Bete Coutinho, Claudia Magno, Eduardo Buscariolli, Flávio Varricchio, Gabriela Freitas, Guaracy Monteiro, Janaína Miranda, Nelson González Leal e Rodrigo Pereira.</p>
<p>Projeto Gráfico: Tatiane Schilaro Santa Rosa</p>
<h3><a href="http://camaraobscura.fot.br/transformacoes.pdf">Clique aqui para fazer o download da publicação (PDF)</a></h3>
<p>É necessário o ter um leitor de PDF instalado, como o <a href="http://www.foolabs.com/xpdf/" target="_blank">Xpdf</a>.<span id="more-988"></span></p>
<p><a href="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/05/transformacoes1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-993" title="transformacoes" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/05/transformacoes1.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Aikido</title>
		<link>http://camaraobscura.fot.br/2010/04/30/aikido/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 14:05:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo F. Pereira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ql17 giii]]></category>
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		<description><![CDATA[Série de fotos com foco na fluência e estética dos movimentos da arte marcial. Feitas em filme pancromático 35mm Kodak Tri-X ISO 400, câmera rangefinder Canon Canonet QL17 GIII, distância focal de 40mm, com aberturas entre f/1.7 e f/2.8 e velocidade do obturador de 1/4 de segundo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Série de fotos com foco na fluência e estética dos movimentos da arte marcial. Feitas em filme pancromático 35mm Kodak Tri-X ISO 400, câmera <em>rangefinder</em> Canon Canonet QL17 GIII, distância focal de 40mm, com aberturas entre f/1.7 e f/2.8 e velocidade do obturador de 1/4 de segundo.<span id="more-935"></span></p>

<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/04/30/aikido/scan-100429-0015/' title='Scan-100429-0015'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/04/Scan-100429-0015-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-100429-0015" title="Scan-100429-0015" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/04/30/aikido/scan-100429-0037/' title='Scan-100429-0037'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/04/Scan-100429-0037-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-100429-0037" title="Scan-100429-0037" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/04/30/aikido/scan-100429-0043/' title='Scan-100429-0043'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/04/Scan-100429-0043-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-100429-0043" title="Scan-100429-0043" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/04/30/aikido/scan-100429-0046/' title='Scan-100429-0046'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/04/Scan-100429-0046-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-100429-0046" title="Scan-100429-0046" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/04/30/aikido/scan-100429-0054/' title='Scan-100429-0054'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/04/Scan-100429-0054-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-100429-0054" title="Scan-100429-0054" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/04/30/aikido/scan-100429-0059/' title='Scan-100429-0059'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/04/Scan-100429-0059-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-100429-0059" title="Scan-100429-0059" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/04/30/aikido/scan-100429-0061/' title='Scan-100429-0061'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/04/Scan-100429-0061-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-100429-0061" title="Scan-100429-0061" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/04/30/aikido/scan-100430-0001/' title='Scan-100430-0001'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/04/Scan-100430-0001-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-100430-0001" title="Scan-100430-0001" /></a>

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		<title>Só para loucos</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 14:41:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo F. Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotos e séries]]></category>
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		<description><![CDATA[Ainda a questão do acaso na fotografia Recentemente, comentei aqui sobre uma fotografia aberta ao acaso, voltada mais a provocar impressões do que ser simplesmente representativa, e das dificuldades em se estabelecer os limites conceituais e práticos. Nas últimas semanas, continuei procurando fazer esse tipo de fotografia, experimentando especialmente as baixas velocidades do obturador e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address><em>Ainda a questão do acaso na fotografia</em></address>
<p>Recentemente, comentei aqui sobre uma fotografia aberta ao acaso, voltada mais a provocar impressões do que ser simplesmente representativa, e das dificuldades em se estabelecer os limites conceituais e práticos. Nas últimas semanas, continuei procurando fazer esse tipo de fotografia, experimentando especialmente as baixas velocidades do obturador e as múltiplas exposições.</p>
<p>Nos dois casos, há margem para o imprevisto. Ao usar baixas velocidades, não se sabe exatamente que efeito o movimento causará. Além dos borrões óbvios, os pontos em que o movimento é mais lento ou cessa ficam marcados no fotograma, multiplicando a presença do objeto.</p>
<p>Na primeira linha de fotos (coloridas), utilizei uma câmera reflex digital, ISO 200, modo de prioridade de velocidade, ajustado em cerca de meio segundo. A abertura variou de acordo com o programa da câmera, mas sitou-se em torno de f/11 e f/16, o que levou a um foco longo (que não se vê pelo movimento) e até ao destaque para as sujeiras no sensor.</p>
<p>Já no restante (preto e branco), fotografei com uma câmera reflex analógica, com filme ISO 100 e lente de 55mm. Configurei o fotômetro para ISO 200 no caso de duplas exposições, ou ISO 400 no caso de exposições múltiplas.  Uma das fotos é a sobreposição de várias inscrições na lateral de um edifício. Em uma delas lê-se &#8220;só para loucos&#8221;, que me remeteu ao livro de Herman Hesse, O Lobo da Estepe, em que o personagem principal adentra o Teatro Mágico, que é descrito por essa expressão (e daí o título deste artigo).</p>

<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/02/20/so-para-loucos/imgp7406/' title='IMGP7406'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/02/IMGP7406-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IMGP7406" title="IMGP7406" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/02/20/so-para-loucos/imgp7404/' title='IMGP7404'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/02/IMGP7404-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IMGP7404" title="IMGP7404" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/02/20/so-para-loucos/imgp7400/' title='IMGP7400'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/02/IMGP7400-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IMGP7400" title="IMGP7400" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/02/20/so-para-loucos/imgp7393/' title='IMGP7393'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/02/IMGP7393-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="IMGP7393" title="IMGP7393" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/02/20/so-para-loucos/scan-100220-0011/' title='Scan-100220-0011'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/02/Scan-100220-0011-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-100220-0011" title="Scan-100220-0011" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/02/20/so-para-loucos/scan-100220-0008/' title='Scan-100220-0008'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/02/Scan-100220-0008-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-100220-0008" title="Scan-100220-0008" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/02/20/so-para-loucos/scan-100220-0003/' title='Scan-100220-0003'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/02/Scan-100220-0003-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-100220-0003" title="Scan-100220-0003" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/02/20/so-para-loucos/scan-100220-0001/' title='Scan-100220-0001'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/02/Scan-100220-0001-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-100220-0001" title="Scan-100220-0001" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/02/20/so-para-loucos/scan-100219-0011/' title='Scan-100219-0011'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/02/Scan-100219-0011-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-100219-0011" title="Scan-100219-0011" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/02/20/so-para-loucos/scan-100219-0005/' title='Scan-100219-0005'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/02/Scan-100219-0005-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-100219-0005" title="Scan-100219-0005" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/02/20/so-para-loucos/scan-100219-0003/' title='Scan-100219-0003'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/02/Scan-100219-0003-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-100219-0003" title="Scan-100219-0003" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/02/20/so-para-loucos/scan-100218-0007/' title='Scan-100218-0007'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/02/Scan-100218-0007-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-100218-0007" title="Scan-100218-0007" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/02/20/so-para-loucos/scan-100218-0005/' title='Scan-100218-0005'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/02/Scan-100218-0005-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-100218-0005" title="Scan-100218-0005" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/02/20/so-para-loucos/scan-100218-0002/' title='Scan-100218-0002'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/02/Scan-100218-0002-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-100218-0002" title="Scan-100218-0002" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/02/20/so-para-loucos/scan-100218-0001/' title='Scan-100218-0001'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/02/Scan-100218-0001-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Scan-100218-0001" title="Scan-100218-0001" /></a>

<p>As duas séries são bastante diferentes entre si e se afastam da fotografia convencional. São melhor definidas por imagens produzidas por câmeras fotográficas, utilizando recursos já programados nas máquinas, mas em contextos que levam  a um resultado permeado de imprevisibilidade. Embora sejam técnicas pra lá de antigas, ainda há quem se surpreenda com os efeitos obtidos. É possível, a partir delas, manter a discussão dos limites da fotografia, ao se perguntar onde se situa tudo aquilo que a câmera fotográfica é capaz de fazer.</p>
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		<title>Fotografia impressionista</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 14:06:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo F. Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotos e séries]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente, fiz um pequeno e despretensioso ensaio fotográfico no qual explorei alguns aspectos que têm me atraído na fotografia, como o movimento, o limite da legibilidade e o a estética do preto-e-branco. Foram fotos feitas com uma câmera reflex digital, lente 18-55 com pequena abertura (em torno de f/32) e velocidade baixa, em torno de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, fiz um pequeno e despretensioso ensaio fotográfico no qual explorei alguns aspectos que têm me atraído na fotografia, como o movimento, o limite da legibilidade e o a estética do preto-e-branco. Foram fotos feitas com uma câmera reflex digital, lente 18-55 com pequena abertura (em torno de f/32) e velocidade baixa, em torno de 1/8. A velocidade do obturador teve como objetivo levar a uma captura marcada pelo movimento e a abertura foi a necessária para equilibrar a entrada de luz num dia claro, com ISO baixo (o menor da minha câmera, 200, que eu acho alto demais).</p>
<p>Um efeito curioso da abertura extremamente pequena foi que as sujeiras no sensor da câmera ficaram aparentes. E como tem sujeira ali! Mas achei que o aspecto combinou com o resultado pretendido, e em apenas uma foto removi essas marcas no pós-processamento. Afinal de contas, isso também não deixa de ser uma certa influência do acaso, sempre presente na fotografia. Converti os RAWs já em PB, usando o misturador de canais para levar ao resultado que queria, e usei o editor de imagens para correções adicionais de contraste através de curvas.</p>
<p>O que acho interessante, no entanto, não são as questões técnicas, e sim as de linguagem suscitadas a partir do momento em que mostrei as imagens para alguns conhecidos e na internet.</p>

<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/01/10/fotografia-impressionista/imgp7173/' title='10'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/01/IMGP7173-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="10" title="10" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/01/10/fotografia-impressionista/imgp7171/' title='9'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/01/IMGP7171-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="9" title="9" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/01/10/fotografia-impressionista/imgp7168/' title='8'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/01/IMGP7168-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="8" title="8" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/01/10/fotografia-impressionista/imgp7163/' title='7'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/01/IMGP7163-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="7" title="7" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/01/10/fotografia-impressionista/imgp7162/' title='6'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/01/IMGP7162-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="6" title="6" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/01/10/fotografia-impressionista/imgp7159/' title='5'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/01/IMGP7159-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="5" title="5" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/01/10/fotografia-impressionista/imgp7158/' title='4'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/01/IMGP7158-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="4" title="4" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/01/10/fotografia-impressionista/imgp7152/' title='4'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/01/IMGP7152-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="4" title="4" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/01/10/fotografia-impressionista/imgp7148/' title='3'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/01/IMGP7148-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="3" title="3" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/01/10/fotografia-impressionista/imgp7145/' title='2'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/01/IMGP7145-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="2" title="2" /></a>
<a href='http://camaraobscura.fot.br/2010/01/10/fotografia-impressionista/imgp7135/' title='1'><img width="150" height="150" src="http://camaraobscura.fot.br/wp-content/uploads/2010/01/IMGP7135-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="1" title="1" /></a>

<p>Como é possível perceber, há uma espécie de continuum entre mais ou menos legibilidade. As fotos mais legíveis são mais unânimes, as pessoas tendem a gostar. Já as menos legíveis provocam uma reação mais diversificada. Há quem julgue o conceito interessante, há quem não entenda, há quem condicione o seu valor apenas dentro do ensaio e não como fotografias isoladas. Esse é um ponto interessante de se mexer pois a fotografia foi pensada para ser extremamente legível, clara e semelhante à realidade. Não obstante, é possível, com a câmera, fazer coisas fora desse escopo. Pode-se questionar se isso é mais ou menos fotografia, mas me agrada muito a ideia de usar a câmera como uma máquina de produzir impressões, tanto quanto de produzir imagens &#8220;reais&#8221;.</p>
<p>Vejamos essa ótima foto do <a href="http://www.flickr.com/people/gustavominas/" target="_blank">Gustavo Gomes</a>:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/gustavominas/4259012943/sizes/l/"><img class="alignnone" title="Gustavo Gomes" src="http://farm5.static.flickr.com/4011/4259012943_b26851f9fe.jpg" alt="" width="500" height="332" /></a></p>
<p>Não há problemas de legibilidade aqui, a cena é perfeitamente compreensível. Mas a fotografia é marcada por vazamentos e arranhões que apontam para o processo fotográfico (assim como o movimento e as sujeiras da primeira série). Ou seja, opta-se por utilizar a câmera de uma forma diversa à tida como ideal. Acredito que esse seja um dos caminhos para uma construção criativa no qual o fotógrafo de fato usa o equipamento como ferramenta e não somente se submete a ele. Há muitos outros, claro, mesmo dentro daquilo que é tido como fotografia tradicional. Mas quando fazemos fotos que são apenas um eco do real, um leve traço, uma essência, não estaríamos fazendo uma espécie de fotografia impressionista?</p>
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		<title>Tênues (multimídia)</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 10:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo F. Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotos e séries]]></category>
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		<description><![CDATA[Depois de algum tempo, estou publicando mais um slideshow a partir de fotos e áudio. Há nas imagens alguma influência da fotografia japonesa, associada ao sempre recorrente tema urbano e alguma preocupação com a geometria. O desfoque, proposital, tem como intuito levar a uma sensação de imprecisão, incerteza e afastamento da realidade, ao mesmo tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de algum tempo, estou publicando mais um slideshow a partir de fotos e áudio. Há nas imagens alguma influência da <a href="http://camaraobscura.fot.br/2009/10/04/fotografia-japonesa/">fotografia japonesa</a>, associada ao sempre recorrente tema urbano e alguma preocupação com a geometria. O desfoque, proposital, tem como intuito levar a uma sensação de imprecisão, incerteza e afastamento da realidade, ao mesmo tempo em que tornaria mais provável a leitura pessoal e daria destaque para as formas. Há também uma certa organização em função de uma mudança gradual no contraste e luminosidade. As fotos foram feitas com um celular Nokia N95 em modo de foco curto, a fim de obter cenas desfocadas e processadas posteriormente no Adobe Photoshop. A apresentação foi feita no ProShow Gold. O áudio, de um arquivo de código aberto, chama-se Sleep, do álbum <a href="http://tiny.cc/vHZVP" target="_blank">Demo 1998</a>, de autoria de Au Milieu des Arbres.<span id="more-765"></span></p>
<p>Confira o slideshow abaixo (recomendo ajustar o volume e assistir em tela cheia, através do botão na parte inferior direita do vídeo):</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="450" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7018372&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="450" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=7018372&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Também subi no Vimeo outras duas apresentações, que algumas pessoas não haviam conseguido ver por conta da incompatibilidade do plugin: <a href="http://vimeo.com/7023766" target="_blank">quase certo</a> e <a href="http://vimeo.com/7024274" target="_blank">passagens</a>.</p>
]]></content:encoded>
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